Sexta-feira, 24 de Dezembro de 2010
Bom dia Professora Maria João e todos os colegas de Mestrado. Em anexo segue o guião com a estrutura do Flipchart sobre a normalização de tabelas, realizado pelo grupo de informática constituído pelo João Paulo Barros e pelo José Paulo Sá.
Ficamos a aguardar comentários.
LAE_flipchart_estrutura_Base_Dados_Paulo_Sa_Joao_Barros.pdf
Os votos de um Bom Natal
João Paulo Barros
José Paulo Sá
publicado por
josepaulosa às 03:33
editado por mjoao em 02/02/2011 às 18:46


Viva!
Aqui fica o feedback da colaboradora externa (Fátima Pais).
> A secção “justificação” embora remetendo para estudos de âmbito alargado relativos à utilização do QI não justifica a selecção dos conteúdos curriculares na presente proposta.
> A formulação da finalidade do flipchart poderia estar mais clara e remeter para competências especificas;
> Os pré-requisitos estão correctamente identificados quer numa abordagem científica quer numa abordagem pedagógica;
> Análise “Descrição da(s) tarefa(s) e definição dos respectivos objectivos e Estrutura do flipchart”
(i) a escrita deveria ser mais cuidada no sentido de eliminar gralhas que surgem de forma quase recorrente;
(ii) Não existe a definição dos tempos lectivos destinados à exploração deste flipchart.
(iii) Verifica-se a ausência de referências às fontes utilizadas.
(iv) Do ponto de vista científico, a abordagem é clara e correcta, primando pelo rigor quer na terminologia usada quer nas dinâmicas dos momentos previstos.
(v) Do ponto de vista pedagógico, porém, podem ser tecidas algumas considerações:
a) Não estão previstos espaços que permitam ao alunos “respirar” e problematizar;
b) Em termos de exploração das potencialidades dos QIM, ou seja, como ferramenta, considera-se que as propostas de actividades estão adequadas demonstrando inequivocamente domínio;
c) O exemplo utilizado, sendo um clássico, é pouco arriscado mas cumpre plenamente os objectivos. No entanto, o recurso a outros exemplos, mas perto das vivências dos alunos poderiam ser per se mais motivadores, levando a construções mais em contexto.
d) As actividades propostas são ricas e significativas. Não é clara, porém, a forma como algumas actividades vão ser dinamizadas: é um aluno que vai ao quadro e responde? É um aluno que efectua as tarefas por consenso com a turma? Regista-se que em algumas actividades esta dinamização está claramente identificada.
e) Denota-se uma preocupação em descrever as tarefas indexando-as às actividades do QIM. Considera-se que, por vezes, é excessiva no sentido em que perverte a ordem da normalização. Um exemplo concreto pode ser encontrado nas actividades de 12 a 15 que vão no sentido da 2ª FN que (pelo menos aparentemente) só é mostrada a jeito de exercício na actividade 16. Mesmo num contexto de aprendizagem pela descoberta, a apresentação formal deve ser sempre salvaguardada.
> Conclusão
(i) As conclusões são algo pobres quer a nível da avaliação do recurso bem como a nível de uma análise introspectiva de processo.
> Bibliografia
(i) A bibliografia usada apesar de parca e pouco diversificada está adequada ao tema;
(ii) Não se verifica o estrito cumprimento das normas APA.
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